quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
FELIZ ANO DE 2010!
domingo, 27 de dezembro de 2009
E A FAMÍLIA COMO VAI?

domingo, 20 de dezembro de 2009
O PANO DE CHÃO

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!

terça-feira, 15 de dezembro de 2009
SANTA CRISTIANA
Quando alguma criança caía doente nessas regiões, a mãe levava-a de porta em porta, a fim de consultar as vizinhas sobre os melhores remédios a aplicar. Um dia, foi ter com Nina uma pobre mulher, levando nos braços um menino moribundo. Ao vê-lo, Nina disse:"Eu não posso fazer nada, mas Deus Todo-Poderoso pode restituir-lhe a saúde, se for essa a sua vontade". Deitou o moribundo no seu próprio catre, cobriu-o com o seu cilício, orou a Deus em nome de Cristo e, a seguir, restituiu à mãe o filho curado.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
SÃO JOÃO DA CRUZ

sábado, 12 de dezembro de 2009
NOSSA SENHORA MÃE DE JESUS
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
PORQUE SE EU NÃO PERDOAR, EU ME ENVENENO

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
VALE A PENA PERDOAR

terça-feira, 8 de dezembro de 2009
grupodeoracaosj.blogspot.com NOSSA MISSÃO É AMAR

domingo, 6 de dezembro de 2009

No dia 29 de junho de 2008 o Papa Bento XVI promulgou solenemente o ANO PAULINO que se prolongará até o dia 28 de junho de 2009. Por ser um Ano Jubilar as pessoas devotas poderão ganhar a Indulgência Plenária.
A finalidade do Ano Paulino é bem Pastoral, de estímulo evangelizador e missionário. É comemorar em toda a Igreja o II Milênio do nascimento do Apóstolo Paulo, o primeiro e maior teólogo de todos os tempos. Sua vinda ao mundo se deu na cidade de Tarso, na Silícia, atual Turquia, região Sudeste, aproximadamente no ano oito ou nove antes de Cristo.
Saulo, nome original de Paulo, provinha de família hebráica da diáspora, isto é da dispersão do povo judeu. O pai de Saulo era fabricante de tendas, barracas de campanha, profissão essa que o próprio Saulo aprendeu e exerceu em grande parte de sua vida. Quando Saulo nasceu a região e a cidade de Tarso estavam sob a dominação romana. Sua família, por exercer com êxito a atividade comercial, promovendo, portanto o desenvolvimento e o bem comum da cidade, ganhou como reconhecimento o título de cidadania romana. Por isso Saulo, desde o nascimento é de direito cidadão romano. Repetidas vezes Paulo se valeu desse direito frente às autoridades romanas.
O ambiente sócio-cultural onde Saulo vai crescendo e se educando é impregnado de cultura helênica, contudo em sua família recebe uma educação marcadamente hebráica que complementará posteriormente na cidade de Jerusalém sob a competente orientação do famoso mestre Gamaliel. Saulo conhece e maneja perfeitamente a língua grega e hebráica. Aprende e pratica o trabalho profissional do pai, que é o de confeccionar tendas.
Muitas interrogações emergem dos fatos, acontecimentos e mudanças, para alguns inexplicáveis, que caracterizam a vida de Saulo, que trocará até o nome de Saulo pelo de Paulo.
Pergunta-se: 1) Por que o impetuoso Saulo é barrado pelo Senhor Jesus no caminho de Damasco (At 22,6 ss) e só ele, e não outros, quando naquele momento histórico existiam em Jerusalém outros defensores da Lei de Moisés, que perseguiam a Igreja que estava nascendo? Por exemplo a condenação a morte de Estevão, pelo Sinédrio (At 7,59-60); a condenação a morte, pela espada do Apóstolo Tiago, por ordem do Rei (At 12,1-2).
A)Porque, em Saulo e no seu projeto, a perseguição à Igreja do Nazareno se apresenta como um método sistemático de eliminação das pessoas, sem discriminação; era mesmo para acabar com a Igreja (At 8,3;9,2).
B)Porque a intenção de Saulo, por meio da perseguição é de quebrar, demolir qualquer manifestação cristã que tenta expandir-se na cidade e fora da cidade de Jerusalém (At 9,2; 9,14).
C) Saulo percebe o aparecimento do perigo do proselitismo, isto é a ameaça dos judeus converter-se para o cristianismo. Saulo intuiu que o cristianismo não é uma filosofia, isto é algo de abstrato; não constitui uma facção política, com projetos de reivindicações sócio-econômicas ou temporais, mas é, na verdade, o cristianismo uma realidade concreta, uma PESSOA viva, conhecida, que atrai, conquista, ostenta um messianismo que mancha e deturpa o núcleo do messianismo judáico. O caminho, isto é Jesus, torna-se um perigo iminente para a religião hebráica. Isto para Saulo é inadmissível, intolerável, particularmente após ter ouvido Estevão falar diante do Sinédrio, em Jerusalém, que se referiu diretamente a Jesus de pé à direita do Pai. (At 7,55-60).
2) Podemos descrever o caráter, o temperamento de Paulo?
A) É um caráter decidido e resoluto: Ele decide como organizar as viagens missionárias, sem consultar muito os colaboradores que vão com ele (At 15,36-40). Assume compromissos de muita responsabilidade, que apresentam grandes desafios para si e para os colegas de missão.
B) É de caráter pertinaz e obstinado: Enfrenta com decisão, sem recusar as constantes dificuldades que continuamente se apresentam no seu caminho. Sustenta com convicção e determinação seus projeto pastorais, frente aos demais Apóstolos, como aconteceu claramente no Concílio de Jerusalém (At 15 ss); com coragem e audácia indica a Pedro, primeiro entre os Apóstolos, aspectos pastorais e da missão evangelizadora, do relacionamento com os pagãos a serem urgentemente mudados na prática pastoral. Pensemos na discussão em Antioquia, relatada na carta aos Gálatas, cap.2,11. Olhemos a coragem, a clareza e o afeto fraterno com que se relaciona com os Judeus, quando não querem ouvi-lo e não acreditam nele.
C) Paulo é extremamente sensível diante das dificuldades econômicas dos irmãos de Jerusalém. Organiza uma ampla coleta em dinheiro em várias regiões e comunidades espalhadas pela Ásia Menor e envia o resultado a Jerusalém a fim de sustentar os irmãos afetados de imensa penúria e carestia, passando fome, privações e humilhações (At 11,27-30; Rm 15,26;16,1-4).
D) Desperta as Comunidades para uma ação global de ação caritativa, como diríamos hoje, de Promoção Humana entre os irmãos para evitar atitudes de Assistencialismo passivo (Rm 13,8; 1 Cor 13,1-13).
E) Dedica-se assiduamente ao trabalho, fabricando tendas, junto ao casal Priscila e Áquila, para não ser de peso econômico aos irmãos (Fl 4,11; Ts 3,7-8).
3)Qual é o seu método, sua estratégia de sua Ação Missionária?
A) A cada sábado se confronta com os irmãos ensinando-os nas Sinagogas, falando-lhe abertamente, com coragem, audácia e intrepidez sobre Jesus Cristo, Vivo, Ressuscitado e Salvador de todos (At 13,5;17,2)
B) Enfrenta com coragem e competência os sábios no Areópago, explicando-lhes a mensagem cristã (At 17,16-34).
C) Desenvolve com assiduidade uma forte ação evangelizadora nas casas, nas famílias (At 18,3).
D) Prega a Palavra de Salvação na Escola de um tal de Tirano na cidade de Éfeso (At 19,9-10).
4) Qual foi afinal, o papel histórico de Paulo, “Apóstolo por Vocação?”;
A) Podemos dizer que Paulo na sua Ação Evangelizadora ampliou decididamente o horizonte da difusão da Fé
B) Abriu de par em par, as portas à todas as pessoas, mesmo de religião judáica, que desejassem tornar-se cristãs. Em fim, divulgou abertamente, sem nenhuma dúvida ou restrição a SALVAÇÃO UNIVERSAL.
C) Acima de tudo, por sua abertura ao projeto de Deus em sua vida, com sua dedicação e fidelidade ilimitada à vontade de Deus, entregou nas mãos e no coração da Igreja de Cristo, que o chamou desde o seio de sua mãe, um sólido e precioso patrimônio de fé, de revelação, de doutrina, sempre protegido das heresias, exageros, sincretismos ou subjetivismos religiosos. Paulo tem a clareza na sua Palavra, que não é dele, mas que lhe foi revelada, a qualidade e a capacidade de transmitir o essencial do Mistério de Cristo e de sua Igreja. Conheçamos a Pessoa e a Missão de Paulo; imitemos seu jeito de Discípulo Missionário de Jesus Cristo, Único Mestre e Senhor. (Fonte - O Diocesano - Jornal da Diocese de Barra do Pirai-RJ)
Dom João Maria Messi, OSM
Bispo Diocesano
CONHEÇA A BIOGRAFIA DE NOSSO PAPA

VAMOS CONHECER
A BIOGRAFIA DE NOSSO PAPA
PAPA BENTO XVI
O cardeal Joseph Ratzinger, o papa Bento XVI, nasceu na cidade de Marktl am Inn, no sudeste da Alemanha, em 16 de abril de 1927. Filho de um comissário da polícia e de uma ex-cozinheira, - ela largou a profissão ao casar - Ratzinger passou a infância e adolescência em Traunstein, uma pequena localidade perto da fronteira com a Áustria.
Durante o governo de Adolf Hitler (1933-1945), Ratzinger serviu ao exército nazista, se alistando por conta do serviço militar obrigatório. Ele chegou a servir em uma bateria antiaérea de defesa a uma fábrica da BMW no final da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Com a aproximação das tropas aliadas, Ratzinger desertou e voltou para sua casa em Traunstein. Foi preso pelas tropas americanas e permaneceu por alguns meses em um campo para prisioneiros de guerra.
Depois de 12 anos de sua entrada no seminário, Ratzinger recebeu a Ordenação Sacerdotal em 29 de junho de 1951. Um ano depois, começou a lecionar na Escola Superior de Freising, na Baviera.
Em 1953, doutorou-se em teologia com a tese "Povo e Casa de Deus na doutrina da Igreja de Santo Agostinho". De 1962 a 1965 contribuiu para o Concílio Vaticano II como perito. À época, ele era consultor teológico do Cardeal Joseph Frings, arcebispo de Colônia.
Lecionou em diversas universidades alemãs e foi vice-reitor da Universidade de Ratisbona. Ratzinger foi nomeado arcebispo de Munique em 25 de março de 1977 e proclamado cardeal em 27 de junho do mesmo ano pelo papa Paulo VI.
Entre 1981 e a sua nomeção como Papa, em 2005, Ratzinger presidiu a Congregação para a Doutrina da Fé, antigo Santo Ofício da Inquisição. Chamado de Guardião do Dogma, ele combateu o sacerdócio feminino e condenou a homossexualidade, além de ser contra a comunhão aos divorciados que voltarem a se casar e a impedir o crescimento do laicismo dentro da Igreja.
No ano de 1984, Ratzinger interrogou o teólogo brasileiro Leonardo Boff, um dos expoentes da Teologia da Libertação, ala da Igreja que tinha como opção preferencial os excluídos, em um processo na Congregação para a Doutrina da Fé. No ano seguinte, Boff foi condenado a um ano de silêncio obsequioso e à deposição da cátedra.
Ratzinger já esteve no Brasil em 1990, quando participou durante dez dias de um encontro de bispos. Ele ficou hospedado na Residência Assunção, da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Em entrevista ao Jornal do Brasil, na época, disse que "O problema (da Teologia da Libertação) nasce de uma idéia politizada da liberdade, reduzindo sua dimensão. Uma Igreja politizada tem uma posição parcial e não é mais a Igreja universal, aberta a todos. O segundo aspecto, que prevalece no mundo rico, é aquele de uma idéia anárquica de liberdade, confundida com o arbítrio de poder fazer tudo"